sexta-feira, 13 de novembro de 2009


Partido Alto

Cássia Eller

Composição: Chico Buarque

Deus é um cara gozador
Adora brincadeira
Pois pra me jogar no mundo
Tinha o mundo inteiro
Mas achou muito engraçado
Me botar cabreiro
Na barriga da miséria
Eu nasci brasileiro


Eu sou do Rio de Janeiro

Diz que deu
Diz que dá
Diz que Deus dará
Não vou duvidar, oh nega
E se Deus não dar
Como é que vai ficar, oh, nega?


"à Deus dará" , "à Deus dará"

Diz que deu
Diz que dá
Diz que Deus dará
Não vou duvidar, oh nega
E se Deus negar
eu vou me indignar e chega
Deus dará, Deus dará.

Jesus Cristo ainda me paga
Um dia ainda me explica
Como é que pôs no mundo
Essa pobre titica


Vou correr o mundo afora
Dar uma canjica
Que é pra ver se alguém se embala
Ao ronco da cuíca


Um abraço pra aquele que fica, meu irmão

Deus me deu mãos de veludo
Prá fazer carícia
Deus me deu muitas saudades
E muita preguiça
Deus me deu pernas compridas
E muita malícia
Pra correr atrás de bola
E fugir da polícia
Um dia ainda sou notícia.

Deus me fez um cara fraco
desdentado e feio
Pele e osso, simplesmente
Quase sem recheio
Mas se alguém me desafia
E bota a mãe no meio
Eu dou porrada a três por quatro
E nem me despenteio
Porque eu já tô de saco cheio.


A música mostra de uma forma engraçada o Fatalismo e o Determinismo. A letra pode ser utilizada para ampliar o conhecimento de uma forma agradável e também como forma de contextualizar a realidade em que se vive.

domingo, 8 de novembro de 2009

“Bullying e Cyberbullying": As Diferenças


Bullying" - A expressão que vem da língua inglesa e aparentemente não tem tradução, mas são consideradas ações de “Bullying”, atitudes de chacota, piadinhas e agressões entre os indivíduos. Conceitualmente o ato se caracteriza quando uma pessoa ataca moralmente a outra com freqüência, o fato levanta preocupação para os pesquisadores e estudiosos da pedagogia e da psicologia.

Bullying e Cyberbullying": As Diferenças

Bullying É uma forma dos mais fortes exercerem pressões psicológicas e até físicas sobre os mais fracos" e que já chegou à Internet. É um fenômeno que acompanha a humanidade, o que houve de fato foi a classificação, a nomenclatura, sempre houve aquele que usa o fraco do outro para “destacar-se” dos demais, porém, era só “admitido” no mundo adulto e se chama assédio, na Internet o fenômeno é conhecido por cyberbullying

Os ditos mais fortes

A diferença entre um e outro está simplesmente na proximidade e presença do bullying, que pode ocorrer violência física também além da moral, o cyberbullying ocorre por intermédio das tecnologias de informação e comunicação (TIC), que de certa forma acaba dando maior “segurança” aos agressores e aos agredidos de revidar.

O bullying presencial a vítima é geralmente mais nova ou mais fraca - física ou psicologicamente - que o agressor, no cyberbullying nem sempre é assim. As agressões variam principalmente na forma de difamação e divulgação de coisas pessoais. No campo cyber os “mais fortes” são os que na verdade tem o caráter mais fraco, pois não tem capacidade de avaliar as consequências de seus atos.

Protegido pela TIC

Tito de Morais

Outro aspecto relevante segundo o qual o cyberbullying difere do bullying presencial é que no primeiro, como referi, as ações do agressor têm lugar através das TIC, o que faz com que não presencie de forma imediatamente tangível os resultados das suas ações na vítima.

Daqui resulta que o agressor não vê de imediato o mal que causou as consequências dos seus atos, o que minimiza quaisquer eventuais sentimentos de remorso ou empatia para com a vítima que pudesse vir a sentir em resultado dessa constatação.

Esta realidade cria, assim, uma situação em que as pessoas podem fazer e dizer coisas na Internet que seriam muito menos propensas a dizer ou fazer presencialmente. O que ilustra a sua fraqueza de caráter tanto quanto o praticante de bullying presencial que se escondem atrás do preconceito e da dificuldade de aceitar o que é diferente.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Queremos Saber


Queremos Saber

Cássia Eller

Composição: Gilberto Gil

Queremos saber,
O que vão fazer
Com as novas invenções
Queremos notícia mais séria
Sobre a descoberta da antimatéria
e suas implicações
Na emancipação do homem
Das grandes populações
Homens pobres das cidades
Das estepes dos sertões
Queremos saber,
Quando vamos ter
Raio laser mais barato
Queremos, de fato, um relato
Retrato mais sério do mistério da luz
Luz do disco voador
Pra iluminação do homem
Tão carente, sofredor
Tão perdido na distância
Da morada do senhor
Queremos saber,
Queremos viver
Confiantes no futuro
Por isso se faz necessário prever
Qual o itinerário da ilusão
A ilusão do poder
Pois se foi permitido ao homem
Tantas coisas conhecer
É melhor que todos saibam
O que pode acontecer
Queremos saber, queremos saber
Queremos saber, todos queremos saber.


Você quer saber?

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Os trabalhos escolares

Os professores de todas as escolas que eu conheço, principalmente no final do ano mandam os alunos fazer “trabalhos” para auxiliar nas notas. Os temas variam de acordo com a matéria e os ditos “Trabalhos” seriam para ampliar o conhecimento do sujeitinho e até contribuir para o conhecimento dos colegas...

A quem se está enganando?

Será que existe algum professor que acredita que o oluninho pesquisou? Será que existe aluninho que acredita que o professor lerá o trabalho?

A unica certeza é que será um festival de "ctrl c, Ctrl v"... Calma ! Ainda não está tudo perdido. No meio de todos estes sujeitos fazedores de trabalho sempre se destacará um professor ou um aluno cuja alma ainda tem salvação. Caso contrário chegaria um dia em que não haveria mais postadores de informações na rede para os fazedores de trabalhos.

Graças ao senhor alguns (poucos) profissionais educadores tem consciência de quão mediocrizadora é a atitude de empurrar a matéria para frente e tapar buracos com "Trabalhinhos", são os educadores responsáveis que enfrentam o desafio de educar para a vida e desafiam o sujeito aluno a ampliar verdadeiramente seus conhecimentos com pesquisas verdadeiras e funcionais. A Internet é uma ferramenta revolucionária, quando bem utilizada, pode oferecer muita informação e auxiliar nas pesquisas. Para que a internet atue de forma efetiva na vida do estudante, cabe ao educador desafiar o sujeito, despertar a vontade do saber.

É fácil dar um 10 (dez) ao aluno que imprime as páginas do Wikipedia e nem se dá ao trabalho de retirar os "click aqui para aumentar, editar, e links ... Fazê-lo pesquisar de fato e produzir conhecimento requer trabalho, requer comprometimento, logo, é custoso, pode gastar mais tempo na elaboração da aula... Ainda tem os alunos, futuros negociadores, que fazem a pesquisa da"melhor forma possível" Ctrlczeiam e Ctrlvzeiam e vendem os trabalhos para os que não o fizeram...

Torçamos para que sempre haja professores e alunos cujas almas tenham salvação.

Um abraço da Eleandra...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A riqueza do conhecimento


As mudanças no mundo globalizado ocorrem de forma vertiginosa e as relações do sujeito no cenário mundial são cada vez mais complexas e dele é exigido cada vez mais conhecimento... O Conhecimento e a capacidade de aprendizado passaram a ser o diferencial que destaca e permite com que o sujeito prospere em suas Metas.
Consciente de que cada um deve contribuir de alguma forma, para o bem ou para o mal, logo, entro para o mundo dos "Blogueiros" para dar minha contribuição. Postarei aqui coisas que em meu julgamento poderão contribuir com quem de conhecimentos precisar...

Abraços da Eleandra...